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Que vocês leiam e troquem idéias sobre os temas abordados !!! =D

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O julgamento (Muito legal) =D

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor: vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e outro pedaço a palavra CULPADO. Você sortear um dos papéis e aquele que sair será o veredito.

O senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.

Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo uma vibração aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez?

E agora? Como vamos saber qual seu veredito?

- É muito fácil, respondeu o homem. - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

MORAL DA HISTÓRIA

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.

Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos. Creia que você pode conseguir.

O Pai, o Filho e o Carro

Um garotinho brincava
Na frente da moradia
Enquanto seu pai voltava
Dos averes que fazia
Encostava com carinho
Um automóvel zerinho
Que comprou naquele dia

Porém, como a inocência
De uma criança não sai
Essa criança caiu
No que como qualquer outra cai
Frágil de raciocínio
Com pedaço de alumínio
Riscou o carro do pai

E continuou riscando
Sujando o carro de barro
Quando seu pai viu aquilo
Gritou, brigou deu esparro
E com gesto de vingança
Pegou a mão da criança
Bateu com força no carro

Feriu a mão da criança
Numa pancada brutal
E daquele ferimento
Deu um tétano grande mal
Foi o menino coitado
Pelo mesmo pai levado
As pressas pra o hospital
Chegaram no hospital
Não existiu outro jeito
Amputaram do garoto
O seu braçinho direito
O pai sem pedir desculpa
Sentia o peso da culpa
Fervendo dentro do peito

Voltaram do hospital
Lamentando a cada passo
A mãe sentindo tristeza
E o filho faltando o braço
O pai na sobra da calma
Queimava o manto da alma
Na fogueira do fracasso

Em casa perdeu o rumo
De tudo quanto fazia
Não olhava mais pra o carro
Nem comia e nem bebia
Debruçado numa mesa
Ouvindo a voz da tristeza
Gemendo na moradia

Um dia estava chorando
Sem ter sossego nem paz
Veio seu filho enxugar
Seus prantos sentimentais
E disse assim papaizinho
Quando crescer meu bracinho
Seu carro eu não risco mais

Quando ele ouviu essa frase
Não pode mais suportar
Preparou o suicídio e disse
Eu vou me acabar
Minha viagem está pronta
Irei pagar minha conta
Do tanto que deus cobrar
Minha viagem está pronta
Irei pagar minha conta
Do tanto que deus cobrar.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Balde rachado!

Na Índia, um carregador de água, sempre levava dois baldes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.

Um dos baldes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito. No fim da caminhada entre o poço e a casa do chefe, o balde rachado chegava pela metade, o outro sempre chegava cheio de água. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um balde e meio de água na casa de seu chefe.

O balde perfeito orgulhoso de suas realizações. Porém, o balde rachado estava envergonhado de sua imperfeição, sentindo-se miserável por não ter capacidade de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, um dia, à beira do poço, o balde falou para o homem:

- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

- Por quê e de que você está envergonhado? Perguntou o homem.

- Nesses dois anos, eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado fez com que a água vazasse por todo o caminho até a casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o balde rachado.

O homem ficou triste pela situação do velho balde, e com compaixão falou:

- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho balde rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o balde ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao balde: - Você notou que pelo caminho só havia flores no lado que você vai? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava?

Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

Dois anjos.

DOIS ANJOS... Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família rica. A família era rude e se recusou a deixar os anjos ficarem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso eles foram mandados a dormir num pequeno e frio espaço no porão. Quando estavam fazendo sua camas no chão duro, o anjo mais velho viu um buraco na parede e consertou-o. Quando o anjo mais novo viu perguntou o por que disso, o anjo mais velho respondeu: "As coisas não são sempre o que parecem ser". Na próxima noite o par de anjos foi descansar na casa de pessoas muito pobres, mas muito hospitaleiras, um fazendeiro e sua esposa. Depois de dividir o pouco de comida que tinham, o fazendeiro e sua esposa acomodaram os anjos na sua cama onde poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando o sol ascendeu na manha seguinte os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua única vaca, que o leite tinha sido sua única fonte de renda familiar, deitava morta no campo. O anjo mais novo estava furioso e perguntou: - "Como você pode deixar isto acontecer? O primeiro homem tinha tudo e você ajudou ele. A segunda família tem pouco mas estava disposta a dividir tudo, e você deixou a vaca morrer." O anjo mais velho respondeu: - "As coisas não são sempre o que parecem ser.". E continuou: - Quando nós ficamos no porão daquela mansão, eu vi que tinha ouro guardado naquele buraco na parede. Desde que o dono era totalmente obcecado por dinheiro e incapaz de dividir sua fortuna, eu tampei o buraco pra que ele não ache o ouro. Então noite passada quando estávamos a dormir na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio por sua esposa. Eu dei a ele a vaca no lugar de sua esposa. As coisas não são sempre o que parece ser..."

domingo, 3 de janeiro de 2010

A fábula das 3 árvores (Sensacional) ^^

A tradicional fábula das três árvores é recontada, na forma de esquete teatral. Falando de sonhos e frustrações.
As três árvores ganham sentimentos, vozes e expõem seus sentimentos, um narrador faz as ligações...


NARRADOR: Havia, no alto de uma montanha, três pequenas árvores que brincavam de sonhar o que seriam quando fossem grandes. A primeira arvorezinha, olhando para as estrelas que brilhavam sobre ela como diamantes, disse:

PRIMEIRA ÁRVORE: - Eu quero guardar em mim um tesouro. Quero ser revestida de ouro e ficar cheinha de pedras preciosas. Quero ser o baú mais lindo do mundo.

NARRADOR:A segunda arvorezinha olhou para frente e, vendo um córrego que deslizava para o oceano, desejou coisas grandiosas:

SEGUNDA ÁRVORE: - Quero navegar por mares imensos e transportar reis e rainhas. Quero ser o navio mais forte do mundo!

NARRADOR: A terceira arvorezinha olhou para baixo, para um vale, onde homens e mulheres trabalhavam atarefadamente e disse:

TERCEIRA ÁRVORE: - Eu quero ficar no alto desta montanha. Quero ser a árvore mais alta do mundo! Quero crescer tanto que todas as pessoas, que olharem para mim, levantarão os olhos para o céu e pensarão em Deus.

NARRADOR: Passaram-se anos. Entre chuvas, ventos e muito sol, as arvorezinhas ficaram grandes. Certo dia, três lenhadores, com olhos nada ecológicos, subiram a montanha com seus machados.

O primeiro lenhador olhou para a primeira árvore e exclamou:

1. LENHADOR: - Que linda árvore!

NARRADOR: Com um golpe de seu machado reluzente derrubou a árvore mais linda da montanha.

1 - ÁRVORE: - Agora vou realizar meu sonho. Serei transformada num lindo baú e guardarei, em mim, maravilhoso tesouro.

NARRADOR: O segundo lenhador olhou para a segunda árvore e disse:

2. LENHADOR: - Esta árvore é forte. É perfeita para os meus planos.

NARRADOR: Com um golpe de seu reluzente machado, derrubou a árvore mais forte da montanha.

2. ÁRVORE: - Agora vou navegar por imensas águas, transformada num luxuoso navio, para transportar reis e rainhas.

NARRADOR: A terceira, agora sozinha, sentiu um aperto no coração quando o último lenhador olhou para ela. Estava em pé e apontava para o céu. Mas o lenhador nem olhou para cima.

3. LENHADOR: - Qualquer tipo de árvore serve para mim!

NARRADOR: Com um golpe de seu reluzente machado, derrubou a árvore mais alta da montanha.

A primeira árvore pulou de alegria quando o carpinteiro a arrastou para a oficina. Estava pronta para ser aquilo que sempre sonhou ser. Mas o rude carpinteiro rapidamente a transformou em cocho para animais. A árvore, que sonhava-se revestida de ouro e repleta de tesouros, ficou coberta de serragem e cheia de feno.

A segunda árvore sorriu quando o lenhador a levou para o estaleiro. Esperou, mas nenhum veleiro foi construído naquele dia. Para sua tristeza, foi serrada em tábuas e virou um simples barco de pesca. Fraco e pequeno demais para navegar em mares, o barco foi levado para um pequeno lago. Todo santo dia voltava trazendo cargas de peixe cheirando à maresia.

A terceira árvore ficou confusa quando o lenhador a cortou em grossas vigas e a colocou num depósito.

3. ÁRVORE: - O que aconteceu? Tudo o que sempre quis foi ficar no alto da montanha e apontar para Deus. Por que, agora, esse depósito escuro?

NARRADOR: Dias e noites sem conta se passaram. As três árvores esqueceram completamente seus sonhos. Mas, certa noite, uma estrela derramou sua luz sobre a primeira árvore quando uma jovem mulher colocou seu bebê no cocho.

JOSÉ: - Gostaria de poder fazer um berço para ele.

NARRADOR: A mãe apertou a mão dele e sorriu, enquanto a luz da estrela brilhava sobre a madeira lisa e robusta.

MARIA: - Essa manjedoura é linda!

NARRADOR: E, de repente, a primeira árvore se apercebeu de que estava contendo o maior tesouro do mundo.

Num fim de tarde, um viajante cansado e seus amigos entraram no barco de pesca. O viajante adormeceu, enquanto a segunda árvore navegava silenciosamente lago adentro.

Sobreveio uma tempestade com trovões e relâmpagos. O pequeno barco estremeceu. Ele sabia que não teria forças para transportar, com segurança, tantos passageiros vencendo a fúria do vento e da chuva.

O homem cansado acordou. Levantou-se, ergueu sua mão e disse “Paz!” A tempestade parou tão rapidamente como começou.

E, de repente, a segunda árvore se apercebeu de que estava transportando o rei do céu e da terra.

Na manhã de uma sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram puxadas da esquecida pilha de lenha. Assustou-se quando foi carregada através de uma multidão enfurecida e gozadora. Estremeceu quando soldados pregaram as mãos de um homem em seu lenho. Neste momento sentiu-se feia, agressiva e cruel.

Mas, na manhã de domingo, quando o sol nascia e a terra vibrava com tanta luz, a terceira árvore percebeu que o amor de Deus havia mudado as coisas.

A primeira árvore ficou ainda mais linda.

A segunda árvore ficou ainda mais forte.

A terceira árvore ficou ainda mais contente, porque todas as pessoas que se lembrassem dela pensariam em Deus. Esta mudança, sem dúvida, foi mil vezes melhor do que ser apenas a árvore mais alta do mundo.

A fábula dos dois sapos

Numa empresa de laticínios, dois sapos desastradamente saltaram para dentro de um balde de leite cremoso.
- É melhor desistir. - coaxou um dos sapos, depois de tentar em vão, sair do balde. - Vamos morrer!
- Continua a nadar. - disse o segundo sapo. - Havemos de encontrar maneira de sair deste atoleiro!
- Não adianta! - disse o primeiro. - Isto é grosso demais para nadar, mole demais para saltar e escorregadio demais para rastejar. Um dia temos mesmo de morrer, por isso, tanto faz que seja esta noite.
Afundou-se no balde e acabou por morrer.
O amigo porem, continuou a nadar, a nadar, a nadar, e quando amanheceu, viu-se encarrapitado num monte de manteiga que ele, sozinho, havia batido.
Lá estava o sapo, com um sorriso, comendo as moscas que enxameavam, vindas de todas as direções.

Não há conquista sem luta...

Muito bom!

REFLEXÃO: O CARPINTEIRO E A CASA



Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu patrão sobre seus planos de deixar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida calma com sua família. Obviamente ele se ressentia da falta do salário mensal, porém, necessitava e merecia a tão sonhada aposentadoria. O proprietário da empresa lamentou o desligamento de um de seus melhores funcionários, entretanto considerou justa sua reinvidicação.

Como última tarefa a desempenhar, o patrão solicitou a ele que construísse ainda mais uma última casa e então, poderia afastar-se da labuta diária.
O carpinteiro consentiu, mas, com o tempo, percebia-se nitidamente que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão-de-obra e matéria-prima de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira !

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro dizendo: esta casa é sua, é meu presente pra você !

Que vergonha ! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relapso ! Agora, iria morar numa casa feita de qualquer maneira...

Assim acontece conosco.
Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais do que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.
Nos assuntos importantes, não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos...

Pense em você como um carpinteiro. Pense em sua casa. Cada dia você martela um prego novo. Coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente, pois da qualidade desta construção, depende diretamente o seu futuro !


A vida é um projeto de “ faça você mesmo”!
A sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado.

Sua vida de amanhã é o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.